quinta-feira, 6 de julho de 2017
onde comprar?
https://www.bertrand.pt/ficha/texturas-diversas?id=19659412
https://www.wook.pt/livro/texturas-diversas-jaime-crespo/19659412
terça-feira, 3 de janeiro de 2017
Ó DEMO, VAI-TE EMBORA! T’ARRENEGO SATANÁS!
Vivemos num país espetacular, vejam os dias bonitos que têm estado de há mais de uma semana, mas no qual acontecem coisas extraordinárias e mesmo estranhas, de tal sorte que não compreendo porque faliu o “jornal do incrível”, é que quando julgamos que já vimos tudo, alguém trata de arranjar algo que nos deixa mais surpreendidos que antes.
Às terras da Beira Alta e Trás os Montes, chamava Aquilino Ribeiro “as terras do demo”, mas quem sabe hoje quem foi Aquilino Ribeiro?
Somos governados por uma “geringonça” que bem podia ser “a passarola”, de Frei Bartolomeu de Gusmão, mas também quem sabe atualmente quem foi Bartolomeu de Gusmão ou se interessa pelo que fez este azarado padre?
Do outro lado, o líder da oposição anuncia a iminente chegada do demo, como se o que todos nós precisássemos era de nos infernizarem ainda mais a vida…
Por estas menos que por outras, o primeiro texto redigido numa língua à
qual já se pode chamar português, foi precisamente “notícias do torto”,
“torto” era como se chamava naquele tempo ao Direito que provavelmente
já andava tão torto como agora.
Vida, cada um sabe da sua e deus de todos, reza um rifão popular, ou na variante, cada um por si, deus por todos. Nunca gostei nem de uma nem de outra variante, sempre me considerei pessoa solidária, mas também já precisei da solidariedade alheia e isto sem termos que enfiar o nariz na vida alheia.
Este ano, 2016, está a poucas horas de terminar. 2017 já está à porta. Não costumo dar demasiada importância a estas festividades, mas retenho no ADN as possibilidades de renovação, de mudança, de reforçar a esperança, ou a fé de quem a tem.
Como sabem aqueles que de há mais tempo aqui me acompanham, 2016 foi para mim como uma besta negra, uma carga de desgraças, tendo a pior sido a grave doença de que padeci (esgotamento cerebral, para evitar especulações). Mas as doenças se não são fatais, com drogas, curam-se ou pelo menos melhoram, que é o caso.
Relembrou-me um colega e excelente amigo que um dia na escola, uma colega chamava-me a atenção para um erro ortográfico que eu havia praticado em sede de ata da reunião. Terei respondido “não faz mal, estes corrigem-se, os de caráter é que não”.
Adeus 2016, ó vai-te embora. Deste ano fico com as tristezas e as mágoas. Se as primeiras são conversíveis em alegrias, logo se vê, mas das segundas, indeléveis, permanecem as marcas.
Um excelente ano de 2017 a tod@s!
Adeus 2016, ó vai-te embora. Deste ano fico com as tristezas e as mágoas. Se as primeiras são convertíveis em alegrias, logo se vê, mas das segundas, indeléveis, permanecem as marcas.
Vida, cada um sabe da sua e deus de todos, reza um rifão popular, ou na variante, cada um por si, deus por todos. Nunca gostei nem de uma nem de outra variante, sempre me considerei pessoa solidária, mas também já precisei da solidariedade alheia e isto sem termos que enfiar o nariz na vida alheia.
Este ano, 2016, está a poucas horas de terminar. 2017 já está à porta. Não costumo dar demasiada importância a estas festividades, mas retenho no ADN as possibilidades de renovação, de mudança, de reforçar a esperança, ou a fé de quem a tem.
Como sabem aqueles que de há mais tempo aqui me acompanham, 2016 foi para mim como uma besta negra, uma carga de desgraças, tendo a pior sido a grave doença de que padeci (esgotamento cerebral, para evitar especulações). Mas as doenças se não são fatais, com drogas, curam-se ou pelo menos melhoram, que é o caso.
Relembrou-me um colega e excelente amigo que um dia na escola, uma colega chamava-me a atenção para um erro ortográfico que eu havia praticado em sede de ata da reunião. Terei respondido “não faz mal, estes corrigem-se, os de caráter é que não”.
Adeus 2016, ó vai-te embora. Deste ano fico com as tristezas e as mágoas. Se as primeiras são conversíveis em alegrias, logo se vê, mas das segundas, indeléveis, permanecem as marcas.
Um excelente ano de 2017 a tod@s!
Adeus 2016, ó vai-te embora. Deste ano fico com as tristezas e as mágoas. Se as primeiras são convertíveis em alegrias, logo se vê, mas das segundas, indeléveis, permanecem as marcas.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
Deitar fora o bebé com a água do banho
|
||||
|
|
||||
|
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
Plataforma Cidadã / Tempo de Avançar
|
Black Block
Black Block. Proyección del documental ***viernes 23 enero 2015, 19:30h.*** Carlo A. Bachschmidt (Italia, 2011) 77 minutos La obra parte de imágenes reales de las movilizaciones durante la cumbre del G-8 en Génova en 2001 y, particularmente, de algunos testimonios representativos de personas que sobrevivieron al asalto de... la Díaz, una escuela cedida por el municipio de Génova al Foro Social organizador para que albergara manifestantes. Muli, Lena, Neils, Mina, Michael, Daniel y Chabi, lanzan entre recuerdos un mensaje de denuncia sobre la instrumentalización de la violencia y el uso de la tortura moderna. más info: http://www.rebeldemule.org/foro/documental/tema10216.html en LaMalatesta, c/Jesús y María, 24 de Madrid Tirso de Molina o Lavapiés
Avaaz
Caros amigos,
A Índia produz medicamentos baratos contra o HIV, malária e drogas contra o câncer. Mas a indústria farmacêutica quer impedir essa produção para vender mais de seus próprios produtos a preços mais altos. O lobby dessa indústria forçou o governo dos EUA a ser duro com a Índia, inclusive com ameaças de sanções comerciais se os indianos não mudarem as leis de patentes que atualmente priorizam as pessoas antes dos lucros. Agora a pressão está aumentando já que negociações de um novo tratado de comércio entre os dois países estão prestes a começar.
Antes que Obama pegue seu voo, vamos juntar 1 milhão de assinaturas em apoio ao papel orgulhoso exercido pela Índia – o de farmácia mundial para os mais pobres do mundo. Depois, vamos fazer deste caso uma grande história na imprensa mundial enquanto Obama estiver no país e entregar as assinaturas com nossa própria proposta do acordo comercial desenvolvida por especialistas e que visa proteger os medicamentos. Assine agora:
https://secure.avaaz.org/po/save_cheap_medicines_loc_/?bHMnmdb&v=51959
Os gigantes da indústria farmacêutica dizem que as leis de patentes da Índia permitem que empresas indianas cobrem menos do que outras, desencorajando investimentos da indústria em novos medicamentos. Mas sabemos que as grandes empresas de medicamentos priorizam as pesquisas de remédios para os ricos, não para os pobres e, com frequência, vendem os remédios a preços exorbitantes – uma nova droga para o tratamento da Hepatite C está custando U$1000 por comprimido!
Em um café da manhã na Casa Branca em outubro passado, o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, pediu aos diretores de empresas da indústria farmacêutica presentes que investissem em medicamentos baratos, ao invés de usarem artimanhas jurídicas para lucrar até a última gota de suas próprias patentes. Ao mesmo tempo, ele aceitou a criação de um fórum Índia-EUA para discutir as patentes de medicamentos, e a publicação do rascunho de uma nova lei com concessões para incentivar o investimento de empresas farmacêuticas americanas.
Obama enfrentou com coragem as duras críticas à sua proposta de melhorar o sistema de saúde dos EUA. Por isso, antes que ele viaje para a Índia, vamos fazer deste o momento em que EUA e Índia, e outros governos, entrem em um acordo para priorizar os pacientes antes dos lucros. Coloque seu nome agora:
https://secure.avaaz.org/po/save_cheap_medicines_loc_/?bHMnmdb&v=51959
Quando uma empresa de medicamentos da Suíça processou o governo da Índia por causa de medicamentos com preço acessível para pacientes de câncer, 50 mil membros da Avaaz na Índia e na Suíça se uniram para denunciar a situação e a empresa perdeu o processo. Agora o maior produtor de remédios baratos do mundo está sob ameaça novamente e chegou a hora de nos unirmos outra vez.
Com esperança e determinação,
Alex, Bert, Laila, Ricken, Emma, Diego e toda a equipe da Avaaz
MAIS INFORMAÇÕES
Deixe a Índia fazer remédios baratos (em inglês) (Business Standard)
http://www.business-standard.com/article/international/let-india-make-cheap-drugs-114121300576_1.html
Painel Índia-EUA: acesso a medicamentos pode estar ameaçado (em inglês) (Deccan Herald)
http://www.deccanherald.com/content/450341/india-us-panel-access-medicines.html
Visita do primeiro-ministro aos EUA: Diplomacia de Narendra Modi deve alimentar caixa registradora em breve (em inglês) (Economic Times)
http://articles.economictimes.indiatimes.com/2014-10-01/news/54516935_1_ajay-banga-ceos-global-investment-radar
Ebola na África Ocidental é um chamado de alerta (em inglês) (Al Jazeera)
http://www.aljazeera.com/indepth/opinion/2014/11/ebola-west-africa-wake-up-call-2014112125429230915.html
Gigante farmacêutica perde batalha por patente de remédio na Índia (G1)
http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2013/04/gigante-farmaceutica-perde-batalha-por-patente-de-remedio-na-india.html

A Avaaz é uma rede de campanhas global de 40 milhões de pessoas que se mobiliza para garantir que os valores e visões da sociedade civil global influenciem questões políticas nacionais e internacionais. ("Avaaz" significa "voz" e "canção" em várias línguas). Membros da Avaaz vivem em todos os países do planeta e a nossa equipe está espalhada em 18 países de 6 continentes, operando em 17 línguas. Saiba mais sobre as nossas campanhas aqui, nos siga no Facebook ou Twitter.
Você está recebendo essa mensagem porque assinou a campanha "" no dia 2012-07-07 usando o seguinte endereço de email: jaime.crespo1963@gmail.com.
Para garantir que as mensagens da Avaaz cheguem à sua caixa de entrada, por favor adicione avaaz@avaaz.org à sua lista de contatos. Para mudar o seu endereço de email, opções de idioma ou outras informações pessoais, entre em contato conosco, ou clique aqui para descadastrar-se.
Para entrar em contato com a Avaaz, não responda este email, escreva para nós no link www.avaaz.org/po/contact.
A Índia produz medicamentos baratos contra o HIV, malária e drogas contra o câncer. Mas a indústria farmacêutica quer impedir essa produção para vender mais de seus próprios produtos a preços mais altos. O lobby dessa indústria forçou o governo dos EUA a ser duro com a Índia, inclusive com ameaças de sanções comerciais se os indianos não mudarem as leis de patentes que atualmente priorizam as pessoas antes dos lucros. Agora a pressão está aumentando já que negociações de um novo tratado de comércio entre os dois países estão prestes a começar.
Antes que Obama pegue seu voo, vamos juntar 1 milhão de assinaturas em apoio ao papel orgulhoso exercido pela Índia – o de farmácia mundial para os mais pobres do mundo. Depois, vamos fazer deste caso uma grande história na imprensa mundial enquanto Obama estiver no país e entregar as assinaturas com nossa própria proposta do acordo comercial desenvolvida por especialistas e que visa proteger os medicamentos. Assine agora:
https://secure.avaaz.org/po/save_cheap_medicines_loc_/?bHMnmdb&v=51959
Os gigantes da indústria farmacêutica dizem que as leis de patentes da Índia permitem que empresas indianas cobrem menos do que outras, desencorajando investimentos da indústria em novos medicamentos. Mas sabemos que as grandes empresas de medicamentos priorizam as pesquisas de remédios para os ricos, não para os pobres e, com frequência, vendem os remédios a preços exorbitantes – uma nova droga para o tratamento da Hepatite C está custando U$1000 por comprimido!
Em um café da manhã na Casa Branca em outubro passado, o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, pediu aos diretores de empresas da indústria farmacêutica presentes que investissem em medicamentos baratos, ao invés de usarem artimanhas jurídicas para lucrar até a última gota de suas próprias patentes. Ao mesmo tempo, ele aceitou a criação de um fórum Índia-EUA para discutir as patentes de medicamentos, e a publicação do rascunho de uma nova lei com concessões para incentivar o investimento de empresas farmacêuticas americanas.
Obama enfrentou com coragem as duras críticas à sua proposta de melhorar o sistema de saúde dos EUA. Por isso, antes que ele viaje para a Índia, vamos fazer deste o momento em que EUA e Índia, e outros governos, entrem em um acordo para priorizar os pacientes antes dos lucros. Coloque seu nome agora:
https://secure.avaaz.org/po/save_cheap_medicines_loc_/?bHMnmdb&v=51959
Quando uma empresa de medicamentos da Suíça processou o governo da Índia por causa de medicamentos com preço acessível para pacientes de câncer, 50 mil membros da Avaaz na Índia e na Suíça se uniram para denunciar a situação e a empresa perdeu o processo. Agora o maior produtor de remédios baratos do mundo está sob ameaça novamente e chegou a hora de nos unirmos outra vez.
Com esperança e determinação,
Alex, Bert, Laila, Ricken, Emma, Diego e toda a equipe da Avaaz
MAIS INFORMAÇÕES
Deixe a Índia fazer remédios baratos (em inglês) (Business Standard)
http://www.business-standard.com/article/international/let-india-make-cheap-drugs-114121300576_1.html
Painel Índia-EUA: acesso a medicamentos pode estar ameaçado (em inglês) (Deccan Herald)
http://www.deccanherald.com/content/450341/india-us-panel-access-medicines.html
Visita do primeiro-ministro aos EUA: Diplomacia de Narendra Modi deve alimentar caixa registradora em breve (em inglês) (Economic Times)
http://articles.economictimes.indiatimes.com/2014-10-01/news/54516935_1_ajay-banga-ceos-global-investment-radar
Ebola na África Ocidental é um chamado de alerta (em inglês) (Al Jazeera)
http://www.aljazeera.com/indepth/opinion/2014/11/ebola-west-africa-wake-up-call-2014112125429230915.html
Gigante farmacêutica perde batalha por patente de remédio na Índia (G1)
http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2013/04/gigante-farmaceutica-perde-batalha-por-patente-de-remedio-na-india.html

A Avaaz é uma rede de campanhas global de 40 milhões de pessoas que se mobiliza para garantir que os valores e visões da sociedade civil global influenciem questões políticas nacionais e internacionais. ("Avaaz" significa "voz" e "canção" em várias línguas). Membros da Avaaz vivem em todos os países do planeta e a nossa equipe está espalhada em 18 países de 6 continentes, operando em 17 línguas. Saiba mais sobre as nossas campanhas aqui, nos siga no Facebook ou Twitter.
Você está recebendo essa mensagem porque assinou a campanha "" no dia 2012-07-07 usando o seguinte endereço de email: jaime.crespo1963@gmail.com.
Para garantir que as mensagens da Avaaz cheguem à sua caixa de entrada, por favor adicione avaaz@avaaz.org à sua lista de contatos. Para mudar o seu endereço de email, opções de idioma ou outras informações pessoais, entre em contato conosco, ou clique aqui para descadastrar-se.
Para entrar em contato com a Avaaz, não responda este email, escreva para nós no link www.avaaz.org/po/contact.
Subscrever:
Mensagens (Atom)








