sábado, 21 de outubro de 2017

o exercício físico

vejo com agrado homens e mulheres, muito bem equipados, a correr para cima e para baixo.
fazem muito bem, estão a exercitar os músculos.
e os médicos até aconselham a fazê-lo, parece que é saudável.
temo que com todo este exercício se esqueçam de exercitar o mais importante e mais necessitado de exercício, de todos os nossos músculos, o cérebro.

Pintura: melancolia (desconheço o autor/a), retirada do site: http://showdomedo.blogspot.pt/2014/05/20-pinturas-feitas-por-pessoas-com.html


o homem novo

  1. não quero um Homem novo e mais evoluído. anseio pelo aparecimento de um Ser totalmente novo e civilizado que extermine a humanidade. não a mesma coisa, mas uma coisa diferente.
  2. jaime crespo
  3. Pintura: Le fils de l'homme de René Magritte

domingo, 25 de junho de 2017

terça-feira, 3 de janeiro de 2017


Ó DEMO, VAI-TE EMBORA! T’ARRENEGO SATANÁS!
Vivemos num país espetacular, vejam os dias bonitos que têm estado de há mais de uma semana, mas no qual acontecem coisas extraordinárias e mesmo estranhas, de tal sorte que não compreendo porque faliu o “jornal do incrível”, é que quando julgamos que já vimos tudo, alguém trata de arranjar algo que nos deixa mais surpreendidos que antes.
Às terras da Beira Alta e Trás os Montes, chamava Aquilino Ribeiro “as terras do demo”, mas quem sabe hoje quem foi Aquilino Ribeiro?
Somos governados por uma “geringonça” que bem podia ser “a passarola”, de Frei Bartolomeu de Gusmão, mas também quem sabe atualmente quem foi Bartolomeu de Gusmão ou se interessa pelo que fez este azarado padre?
Do outro lado, o líder da oposição anuncia a iminente chegada do demo, como se o que todos nós precisássemos era de nos infernizarem ainda mais a vida…

Por estas menos que por outras, o primeiro texto redigido numa língua à qual já se pode chamar português, foi precisamente “notícias do torto”, “torto” era como se chamava naquele tempo ao Direito que provavelmente já andava tão torto como agora.
Vida, cada um sabe da sua e deus de todos, reza um rifão popular, ou na variante, cada um por si, deus por todos. Nunca gostei nem de uma nem de outra variante, sempre me considerei pessoa solidária, mas também já precisei da solidariedade alheia e isto sem termos que enfiar o nariz na vida alheia.
Este ano, 2016, está a poucas horas de terminar. 2017 já está à porta. Não costumo dar demasiada importância a estas festividades, mas retenho no ADN as possibilidades de renovação, de mudança, de reforçar a esperança, ou a fé de quem a tem.
Como sabem aqueles que de há mais tempo aqui me acompanham, 2016 foi para mim como uma besta negra, uma carga de desgraças, tendo a pior sido a grave doença de que padeci (esgotamento cerebral, para evitar especulações). Mas as doenças se não são fatais, com drogas, curam-se ou pelo menos melhoram, que é o caso.
Relembrou-me um colega e excelente amigo que um dia na escola, uma colega chamava-me a atenção para um erro ortográfico que eu havia praticado em sede de ata da reunião. Terei respondido “não faz mal, estes corrigem-se, os de caráter é que não”.
Adeus 2016, ó vai-te embora. Deste ano fico com as tristezas e as mágoas. Se as primeiras são conversíveis em alegrias, logo se vê, mas das segundas, indeléveis, permanecem as marcas.
Um excelente ano de 2017 a tod@s!
Adeus 2016, ó vai-te embora. Deste ano fico com as tristezas e as mágoas. Se as primeiras são convertíveis em alegrias, logo se vê, mas das segundas, indeléveis, permanecem as marcas.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Deitar fora o bebé com a água do banho




Deitar fora o bebé com a água do banho

O LIVRE considera que a reprovação dos projectos de lei que previam a adopção plena por casais do mesmo sexo faz parte do problema e não da solução para que a sociedade portuguesa seja mais justa e digna.

Ao passo que a esquerda parlamentar se uniu para resolver uma situação que se arrasta e atrasa, união na qual o LIVRE se reconhece e regozija, o PSD e o CDS-PP optaram por intensificar uma realidade que interfere negativamente com a cidadania, a família e o superior interesse da criança, institucionalizada ou não.

Os argumentos que sustentam esta posição desfavorável são afinal falaciosos, uma vez que se baseiam em premissas de ordem natural, biológica, e ficcional, resultado da conservação da ideia rígida de uma família-tipo imaginada, que suplanta a diferença e a liberdade alheias. Ademais, esta mesma posição reforça uma dupla instância de âmbito homofóbico, encetada na ideia de que uma criança não pode por princípio ser adoptada por parentes do mesmo sexo que reúnam as condições para a receber, e terminada na assumpção de que o lar de uma criança só lhe é favorável enquanto for normativo, ou seja, heterossexual.

O voto contrário a estes projectos de lei vem repousar portanto sobre o compromisso da irresponsabilidade: pelo não reconhecimento de crianças cuja homo-parentalidade fazendo hoje ou amanhã parte dos seus dias não é reconhecida institucionalmente; e pela legitimação de casamentos de segunda categoria, aos quais é legalmente vedada a escolha da parentalidade.

O LIVRE vem realçar por último que nenhuma agenda partidária ou referendária se pode sobrepor a uma questão afecta aos Direitos Humanos, pelo que firmemente se mobiliza e mobilizará para fazer parte da solução.
Atenção: está a receber esta mensagem porque se pré-filiou como apoiante do LIVRE. A filiação só será efetiva quando nos enviar o formulário de filiação devidamente preenchido. Mais informação sobre como o fazer, disponível em http://livrept.net/participar.

Contamos consigo para fazer do LIVRE um partido cada vez mais forte!

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Plataforma Cidadã / Tempo de Avançar

Caro/a subscritor/a:

pode efetuar a sua inscrição para participar na Convenção da Candidatura Cidadã Tempo de Avançar, a realizar no dia 31 de janeiro de 2015, no Fórum Lisboa, em Lisboa (metro: Roma).

Para assegurarmos o bom acolhimento de todos os participantes e tendo em conta o espaço disponível, a participação na Convenção está sujeita a inscrição prévia, reservada aos subscritores, a qual pode ser feita desde já através do preenchimento do formulário no sítio da Candidatura Cidadã Tempo de Avançar**.

A Convenção terá início à 9:00 horas e conclusão prevista para as 19:00 horas. Para os subscritores da convocatória da Convenção que não consigam fazer a inscrição prévia através da Internet, como é recomendável, haverá ainda a possibilidade de se registarem como participantes no próprio Fórum Lisboa até às 11 horas da manhã.

Organizamos também um jantar-convívio e de angariação de fundos para a candidatura, que terá lugar no dia 31 num restaurante próximo ao Fórum Lisboa. Se desejar participar, preencha por favor este formulário de inscrição. O jantar tem um custo de 17,5€ e é aberto a todos e todas que desejem estar presentes e contribuir.

Recordamos que a Convenção tem como finalidade a constituição de um movimento político de cidadãos para a apresentação de “uma candidatura cidadã às próximas eleições legislativas, através de um processo de construção de listas aberto, em eleições primárias” e para a preparação de “um programa eleitoral num processo de debate público, transparente e informado”.
Para concretizar estes objetivos, a Convenção deverá aprovar o seu próprio regimento e debater e deliberar sobre as linhas programáticas, o documento de orientação política, o modelo de organização, o regulamento das primárias abertas e eleger o órgão responsável pelo movimento.

Os projetos dos vários documentos serão divulgados no sítio do Tempo de Avançar a partir do início da próxima semana. Convidamos a que esteja atento e que os consulte a partir dessa altura.

Contamos com a sua presença!

Pedimos-lhe também a sua colaboração para divulgar a abertura de inscrições para a participação nesta Convenção, convidando todos os que se revejam nos seus objetivos a participar no dia 31 de janeiro.

É Tempo de Avançar, com a sua participação!


** Caso não tenha correio eletrónico pessoal, sugerimos que utilize o
correio eletrónico de algum familiar ou amigo que possa servir de contacto.
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Direção:
Tempo de Avançar
Lisboa
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