sábado, 23 de novembro de 2019

DOS EVOLUCIONISTAS CANALHAS AOS ALDRABÕES ECOLOGISTAS.

duas histórias só para enquadrar;
um ser humano é vigarista, altera algo a este facto ele ser politicamente de esquerda ou de direita?
Quem se recorda de Foz Côa? Era para ser feita uma barragem, governantes cobardolas com medo de toar decisºoes e tomando as decisões erradas, resumo: a barragem não se fez, os empregos não apareceram, mais umas dúzias de emigrantes, o dinheiro ao contrário de entrar, gastou-se e em Foz Coa, fizeram a merdalhada que ká está e por isso ninguém fala.
Tal como hoje o ministro Galamba ficou no conforto do carro quando era seu dever enfrentar o povo e explicar oque é o Lítio, a importância na evolução humana e que provoca tanto o cancro como usar o telemóvel e o resto são lerias e mandem os amigos da toupeira branca tomar no rabo,
De quando em vez, tocam-me a campainha, vou ver quem é, são sempre um par de jovens, muito apresentáveis, amáveis, quando aquilo já me cheira a nova seita religiossa e me preparo educadamente para os mandar pró olho da rua, tiram das suas mochilas umas capas todas xpto, verdes com letras brancas ou brancas com letras verde e disparam à queima roupa, representamos a empresa E, o senhor sabe que a E é a maior produtora e distribuidora de energia verde da União Europeia? Por isso foi-nos concedido o certificado mija na parede? Mas falam com um ar como se a empresa fosse realmente deles e se não tivessem que andar ali a dar corda aos sapatos, energia renovável, para assinar um ou outro contrato que lhes garanta o sustento.
mas eu tenho um vício dum corno, gosto de ouvir telefonia e enquanto eles peroravam sobre as maravilhas da sua empresa campeã europeia verde, a telefonia ia transmitindo música, um homem de voz doce a falar, uma senhora prestava esclarecimentos sobre língua portuguesa,um advogado da DECO alertava para o sobreendividamento ei, alto lá, agora falavam sobre os campeões verdes, parece que queriam construir uma barragem lá no norte. Adivinhando que aquilo não ia correr bem, o rapaz que tinha umz tez morena começou a ficar branco e a rapariga que era branca começou a ficar morena.
A história é que os campeões verdes queriam fazer a barragem, mas não queriam pagar o justo valor pelas indemnizações aos proprietários expropriados pela barragem.
Ou seja, nas empresas verdes, amigas do ambiente há qualquer regra que diz que passar dinheiro, muito, das contas deles para contas alheias faz mal ao ambiente. Ora meus amigos, isto chama-se roubo, vigarice, burla. A empresa é a Iberdrola e já há quem lhe chame, pela maneira de fazer negócios, a Iberenrola.
E chegamos à incontornável Monsanto, uma empresa mais secreta que uma Loja Maçónica. Nem o jornalista catalão, especialista em teorias da conspiração, José Estullin, conseguiu penetrar o monstro. Estendendo~se por todos os negócios conectados com a alimentação e fazendo da agroquímica a sua bandeira. Pelo seu e,emaranhado accionista nunca foi possível chegar a saber quem eram seus reais donos.
A Monsanto é adquirida pela alemã Bayer e está agora envolvida num intrincado processo judicial devido ao uso na agricultura do glifosato, substância associada ao perigo de difusão do cancro.
Estes, são os verdadeiros bandidos.
AMANHÃ VAMOS ÀS ONG
FICO AQUI HOJE, AMANHÃ VOU AOS DO OUTRO LADO
(A CONTINUAR


)

sexta-feira, 6 de setembro de 2019

os antivírus que nos defendem?

Panda Dome Premium 2019 Activation Code with FREE Premium VPN

por, jaime crespo
Jaime Crespo Na minha opinião, o Panda +e o melhor anti vírus 2019. Experimentei o Norton, McAfee, Kaspersky. Todos em versões piratas porque obviamente não tenho dinheiro para comprar versões originais para experimentar, Depois compro a versão mais barata do melhor que nunca é tão boa como a versão top mas desenrasca.
O Panda é melhor que os outros porque trabalha sem espalhafato, não se dá por ele mas ele está lá a proteger os nossos documentos e os nossos dados. Deixa-se enganar menos vezes, não vai atrás de falsos positivos tantas vezes quanto os outros e tornou-se de uma leveza surpreendente, quase como o livro de kundera, o Panda tornou-se na insustentável leveza dos antp vírus.
Também gostei muito do MacAffee, que para mim está quase lá onde o Panda já está.
Por esta altura, as licenças já devem estar todas bem entregues, enfim, fica para uma próxima oportunidade.
Lá terei que falar com os meus amigos piratas novamente..
Publicado no Facebook, Vivaldi e Yandex.



terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

O Autor | Jaime Crespo | Também Escrevo





O meu nome é Jaime Crespo, tenho 54
anos e sou um modesto professor primário
Sou casado e tenho uma filha e um
cão.
Nasci na pequena vila do alto
Alentejo, Tolosa, no concelho de Nisa, distrito de Portalegre.
Filho de um modesto funcionário
público e de uma doméstica. Tenho uma irmã mais velha
Da infância guardo três
acontecimentos marcantes: um conselho, a doença e a educação.
Quando criança, um militar vagamente
familiar, o tenente Valdez ou Maltez, algo assim, após ouvir duas ou três
facécias minhas na escola primária, disse-me:
“- Rapaz, tu és esperto. Mas a escola
e a vida são como a tropa. Não te atrevas a ser o melhor e livra-te de seres o
pior. Fica-te pelo meio, esses estão sempre descansados, os outros, sempre a
ser chamados à liça.”
E, toda a minha vida, tenho procurado
a discrição dos medianos, mas da mediania não tenho obtido a proclamada doçura,
para mim, apenas amargura.
Sempre fora uma criança alegre e
saudável, mas a partir dos 3 ou 4 anos, comecei a adoecer com frequência
anómala.
Foram a asma, o sarampo, a tosse
convulsa, a varicela… uma encefalite aguda que me levou ao internamento na ala
de infetocontagiosos, do Curry Cabral. Eu, menino, completamente sozinho,
afastado da família, numa cama de hospital.
A minha mãe encontrou maneira de me
ver, através da janela do quarto, Por vezes batia levemente no vidro para que
eu olhasse e a visse também.
Assim, tão novo, comecei a curtir a
solidão.
Nasci no seio de um país católico
apostólico romano, no qual Fátima era a única esperança servida a um povo,
pobre, inculto e desesperado.
Já não estudei pela cartilha única,
com Salazar a cadeira já tinha cumprido o seu dever, Caetano tinha chamado
Hermano Saraiva e Veiga Simão que começaram a reformar a educação. Apesar de
tudo ainda tive que aprender o catecismo.
E num país católico, a minha família
também o era, devotamente.
Hoje, afirmo-me esclarecidamente
ateu, mas há um véu católico que ainda tolda o meu discernimento.
Da pequena vila alentejana saí com 26
anos, diretamente para a metrópole cosmopolita de Macau. Pensava ser maturo e
saber tudo. Mas não era nada disso, era jovem e que jovem era, tímido e
ingénuo, rude, como eu só.
E de uma noite para o dia tive que me
fazer homem, entre o mais sórdido que a humanidade é capaz. Uma humanidade que
na barbárie, civilizou-se, agora, na civilização cai constantemente na
barbárie.
São 27 anos de afastamento da minha
aldeia, mais que o tempo que lá vivi. Lá, regresso esporadicamente.
O resto, o que sou agora, foi a vida
que fez, mas continuo o mesmo rapazola, tímido, ingénuo e rude como sempre.
Posso parecer exuberante, excêntrico,
até, mas não passam de camuflagens à minha timidez e ingenuidade.
Apesar deste afastamento temporal e
físico à aldeia, tudo o que escrevo ainda anda à volta dela pois a janela pela
qual vejo o mundo ainda são aqueles olhos grandes e deslumbrados de menino que
eu lá deixei.

Aqui chegado, solicito as vossas
desculpas, esta alocução está a parecer-se às mais lamechas novelas de Camilo,
enfim, poderíamos prefaciar ou apelidar este texto como “amigo, apoia-me que eu
sou um coitadinho”.
Este tom, não era minha intenção, as
palavras foram saindo e dando tom ao texto.
Falemos então do livro que agora
apresento.
Desde que me conheço, ainda antes da
escola e do saber ler e escrever que me recordo com um lápis e papel a
rabiscar, primeiro, a escrever depois.
No meu percurso escolar, da escola
primária, ciclo de Nisa, escola industrial e magistério primário de Portalegre,
acabando na Universidade de Macau, sempre tive professores a dizerem-me “tu
escreves bem, dedica-te a isso que vais ver vais fazer vida disso”.
Fazer vida. Foi isso mesmo que tive
que fazer, casado e com uma filha fiquei ainda mais agarrado ao ensino que
antes.
Trabalhar, trabalhar, trabalhar…
Depois também as mudanças de residência
e de escola. De tal maneira que só voltei a lembrar-me da escrita, mais a
sério, depois dos 50 anos e de a memória me começar a faltar. E também a vida
conhecer agora mais estabilidade.
Pensei “ou é agora ou já não é”.
Então peguei nalguns textos que já
tinha escrito, trabalhei-os, escrevi outros de novo e assim cheguei a esta
compilação que hoje vos apresento: Texturas Diversas.
Não é o livro que eu queria, é apenas
o livro possível.
Certo de que cometi mais erros que
acertos e as dúvidas são bem superiores às certezas, com a agravante de nunca,
ou quase, encontrar uma certeza para alguma das minhas dúvidas.
De certa maneira, todos desejamos
transcender-nos. E não fora esse sentimento, não havia evolução. No entanto,
antes de evoluirmos, a cada centímetro dessa evolução, correspondem quilómetros
de insucessos e de erros.
Por detrás de cada sucesso há uma
enormidade de fracassos a suportá-lo.
Dizem os ingleses “todos apreciam a
beleza do cisne deslizando sobre as águas, mas ninguém vê a fealdade das
patitas a mexer sob as águas”.
Peço-vos que vejam neste livro uma
metáfora do cisne invertido, aqui vão ver as feias patas e terão que imaginar a
beleza do cisne.
“Nem tanto à terra, nem tanto ao
mar”. Julgo que este meu livro se afere pela bitola da mediania.
É claramente a obra de um
principiante em busca da sua voz própria, daí a heterogeneidade de temas
abordados e a variação nos tipos e níveis de linguagem utilizados.
O que o livro poderá perder em
consistência, ganha-o em diversidade.
Poderia ser, mas não é, uma autoajuda
para vencer a depressão. Mas foi placebo na minha luta sem tréguas contra a
minha depressão.
Alegremo-nos com outro provérbio,
este chinês: “não acrescentes pernas à serpente”.
Querem eles dizer com isto que há
pessoas demasiado perfeccionistas, de tal modo que acabam por estragar a sua
obra.
E canta Sérgio Godinho “A vida-a é
feita de pequenos nadas”
Para que isso não me aconteça, vou
ficar por aqui e calar-me, deixando com todo o gosto e prazer, o livro ao vosso
critério.
Agora o tempo do autor passou,
estamos já no tempo do leitor. É com prazer que cedo o meu protagonismo a todos
vós: leitores.
Ao fim e ao cabo, o veredicto final
sobre qualquer obra cabe sempre aos leitores.
Aguardo com humildade, o vosso.

sábado, 3 de março de 2018

Não há amor


Não há amor
Se houvesse amor
Não estava aqui só
Sentado nesta praia de brumas
Batida pelo mar e pelo vento norte
O tanto amor que te tenho
Tinha-te curado da morte
E estavas aqui pequena
Enrolada nos meus braços
Aninhada ao sol
A perder o olhar pelo infinito azul
Ou tinhas-me levado contigo
E o profundo nada faríamos tudo

Houvera amor
Não estaria agora a recriminar-te
Por culpas que não tens
Por me deixares remoer a dor da ausência
Morreste-me
Queria morrer contigo
Houvesse amor
O amor salvava
Não há amor.
jaime crespo

sábado, 21 de outubro de 2017

o exercício físico

vejo com agrado homens e mulheres, muito bem equipados, a correr para cima e para baixo.
fazem muito bem, estão a exercitar os músculos.
e os médicos até aconselham a fazê-lo, parece que é saudável.
temo que com todo este exercício se esqueçam de exercitar o mais importante e mais necessitado de exercício, de todos os nossos músculos, o cérebro.

Pintura: melancolia (desconheço o autor/a), retirada do site: http://showdomedo.blogspot.pt/2014/05/20-pinturas-feitas-por-pessoas-com.html


o homem novo

  1. não quero um Homem novo e mais evoluído. anseio pelo aparecimento de um Ser totalmente novo e civilizado que extermine a humanidade. não a mesma coisa, mas uma coisa diferente.
  2. jaime crespo
  3. Pintura: Le fils de l'homme de René Magritte

domingo, 25 de junho de 2017

terça-feira, 3 de janeiro de 2017


Ó DEMO, VAI-TE EMBORA! T’ARRENEGO SATANÁS!
Vivemos num país espetacular, vejam os dias bonitos que têm estado de há mais de uma semana, mas no qual acontecem coisas extraordinárias e mesmo estranhas, de tal sorte que não compreendo porque faliu o “jornal do incrível”, é que quando julgamos que já vimos tudo, alguém trata de arranjar algo que nos deixa mais surpreendidos que antes.
Às terras da Beira Alta e Trás os Montes, chamava Aquilino Ribeiro “as terras do demo”, mas quem sabe hoje quem foi Aquilino Ribeiro?
Somos governados por uma “geringonça” que bem podia ser “a passarola”, de Frei Bartolomeu de Gusmão, mas também quem sabe atualmente quem foi Bartolomeu de Gusmão ou se interessa pelo que fez este azarado padre?
Do outro lado, o líder da oposição anuncia a iminente chegada do demo, como se o que todos nós precisássemos era de nos infernizarem ainda mais a vida…

Por estas menos que por outras, o primeiro texto redigido numa língua à qual já se pode chamar português, foi precisamente “notícias do torto”, “torto” era como se chamava naquele tempo ao Direito que provavelmente já andava tão torto como agora.
Vida, cada um sabe da sua e deus de todos, reza um rifão popular, ou na variante, cada um por si, deus por todos. Nunca gostei nem de uma nem de outra variante, sempre me considerei pessoa solidária, mas também já precisei da solidariedade alheia e isto sem termos que enfiar o nariz na vida alheia.
Este ano, 2016, está a poucas horas de terminar. 2017 já está à porta. Não costumo dar demasiada importância a estas festividades, mas retenho no ADN as possibilidades de renovação, de mudança, de reforçar a esperança, ou a fé de quem a tem.
Como sabem aqueles que de há mais tempo aqui me acompanham, 2016 foi para mim como uma besta negra, uma carga de desgraças, tendo a pior sido a grave doença de que padeci (esgotamento cerebral, para evitar especulações). Mas as doenças se não são fatais, com drogas, curam-se ou pelo menos melhoram, que é o caso.
Relembrou-me um colega e excelente amigo que um dia na escola, uma colega chamava-me a atenção para um erro ortográfico que eu havia praticado em sede de ata da reunião. Terei respondido “não faz mal, estes corrigem-se, os de caráter é que não”.
Adeus 2016, ó vai-te embora. Deste ano fico com as tristezas e as mágoas. Se as primeiras são conversíveis em alegrias, logo se vê, mas das segundas, indeléveis, permanecem as marcas.
Um excelente ano de 2017 a tod@s!
Adeus 2016, ó vai-te embora. Deste ano fico com as tristezas e as mágoas. Se as primeiras são convertíveis em alegrias, logo se vê, mas das segundas, indeléveis, permanecem as marcas.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Deitar fora o bebé com a água do banho




Deitar fora o bebé com a água do banho

O LIVRE considera que a reprovação dos projectos de lei que previam a adopção plena por casais do mesmo sexo faz parte do problema e não da solução para que a sociedade portuguesa seja mais justa e digna.

Ao passo que a esquerda parlamentar se uniu para resolver uma situação que se arrasta e atrasa, união na qual o LIVRE se reconhece e regozija, o PSD e o CDS-PP optaram por intensificar uma realidade que interfere negativamente com a cidadania, a família e o superior interesse da criança, institucionalizada ou não.

Os argumentos que sustentam esta posição desfavorável são afinal falaciosos, uma vez que se baseiam em premissas de ordem natural, biológica, e ficcional, resultado da conservação da ideia rígida de uma família-tipo imaginada, que suplanta a diferença e a liberdade alheias. Ademais, esta mesma posição reforça uma dupla instância de âmbito homofóbico, encetada na ideia de que uma criança não pode por princípio ser adoptada por parentes do mesmo sexo que reúnam as condições para a receber, e terminada na assumpção de que o lar de uma criança só lhe é favorável enquanto for normativo, ou seja, heterossexual.

O voto contrário a estes projectos de lei vem repousar portanto sobre o compromisso da irresponsabilidade: pelo não reconhecimento de crianças cuja homo-parentalidade fazendo hoje ou amanhã parte dos seus dias não é reconhecida institucionalmente; e pela legitimação de casamentos de segunda categoria, aos quais é legalmente vedada a escolha da parentalidade.

O LIVRE vem realçar por último que nenhuma agenda partidária ou referendária se pode sobrepor a uma questão afecta aos Direitos Humanos, pelo que firmemente se mobiliza e mobilizará para fazer parte da solução.
Atenção: está a receber esta mensagem porque se pré-filiou como apoiante do LIVRE. A filiação só será efetiva quando nos enviar o formulário de filiação devidamente preenchido. Mais informação sobre como o fazer, disponível em http://livrept.net/participar.

Contamos consigo para fazer do LIVRE um partido cada vez mais forte!

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Plataforma Cidadã / Tempo de Avançar

Caro/a subscritor/a:

Já pode efetuar a sua inscrição para participar na Convenção da Candidatura Cidadã Tempo de Avançar, a realizar no dia 31 de janeiro de 2015, no Fórum Lisboa, em Lisboa (metro: Roma).

Para assegurarmos o bom acolhimento de todos os participantes e tendo em conta o espaço disponível, a participação na Convenção está sujeita a inscrição prévia, reservada aos subscritores, a qual pode ser feita desde já através do preenchimento do formulário no sítio da Candidatura Cidadã Tempo de Avançar**.

A Convenção terá início à 9:00 horas e conclusão prevista para as 19:00 horas. Para os subscritores da convocatória da Convenção que não consigam fazer a inscrição prévia através da Internet, como é recomendável, haverá ainda a possibilidade de se registarem como participantes no próprio Fórum Lisboa até às 11 horas da manhã.

Organizamos também um jantar-convívio e de angariação de fundos para a candidatura, que terá lugar no dia 31 num restaurante próximo ao Fórum Lisboa. Se desejar participar, preencha por favor este formulário de inscrição. O jantar tem um custo de 17,5€ e é aberto a todos e todas que desejem estar presentes e contribuir.

Recordamos que a Convenção tem como finalidade a constituição de um movimento político de cidadãos para a apresentação de “uma candidatura cidadã às próximas eleições legislativas, através de um processo de construção de listas aberto, em eleições primárias” e para a preparação de “um programa eleitoral num processo de debate público, transparente e informado”.
Para concretizar estes objetivos, a Convenção deverá aprovar o seu próprio regimento e debater e deliberar sobre as linhas programáticas, o documento de orientação política, o modelo de organização, o regulamento das primárias abertas e eleger o órgão responsável pelo movimento.

Os projetos dos vários documentos serão divulgados no sítio do Tempo de Avançar a partir do início da próxima semana. Convidamos a que esteja atento e que os consulte a partir dessa altura.

Contamos com a sua presença!

Pedimos-lhe também a sua colaboração para divulgar a abertura de inscrições para a participação nesta Convenção, convidando todos os que se revejam nos seus objetivos a participar no dia 31 de janeiro.

É Tempo de Avançar, com a sua participação!


** Caso não tenha correio eletrónico pessoal, sugerimos que utilize o
correio eletrónico de algum familiar ou amigo que possa servir de contacto.
Copyright © 2015 Tempo de Avançar, Todos os direitos reservados.
Recebeu este email porque subscreveu a convocatória TEMPO DE AVANÇAR.

Direção:
Tempo de Avançar
Lisboa
Lisboa 1150
Portugal

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Black Block

Black Block. Proyección del documental

***viernes 23 enero 2015, 19:30h.***

Carlo A. Bachschmidt (Italia, 2011) 77 minutos

La obra parte de imágenes reales de las movilizaciones durante la cumbre del G-8 en Génova en 2001 y, particularmente, de algunos testimonios representativos de personas que sobrevivieron al asalto de... la Díaz, una escuela cedida por el municipio de Génova al Foro Social organizador para que albergara manifestantes. Muli, Lena, Neils, Mina, Michael, Daniel y Chabi, lanzan entre recuerdos un mensaje de denuncia sobre la instrumentalización de la violencia y el uso de la tortura moderna.

más info: http://www.rebeldemule.org/foro/documental/tema10216.html

en LaMalatesta, c/Jesús y María, 24 de Madrid
Tirso de Molina o Lavapiés

Avaaz

                                                                                                                                                                       Caros amigos,



O governo dos EUA está tentando impedir que a Índia produza medicamentos baratos para quem mais precisa: os mais pobres. Mas Obama fará uma visita à Índia em poucos dias e podemos convencê-lo a recuperar a esperança para milhões de pacientes cujas vidas estão em risco. Clique para participar!

assine a peticao
Uma visita do presidente Obama na Índia, daqui a alguns dias, pode definir a vida ou morte para milhões de pessoas na Ásia, África e América Latina. E se agirmos rápido, podemos garantir que essas pessoas continuarão a ter acesso aos medicamentos que tanto precisam.

A Índia produz medicamentos baratos contra o HIV, malária e drogas contra o câncer. Mas a indústria farmacêutica quer impedir essa produção para vender mais de seus próprios produtos a preços mais altos. O lobby dessa indústria forçou o governo dos EUA a ser duro com a Índia, inclusive com ameaças de sanções comerciais se os indianos não mudarem as leis de patentes que atualmente priorizam as pessoas antes dos lucros. Agora a pressão está aumentando já que negociações de um novo tratado de comércio entre os dois países estão prestes a começar.

Antes que Obama pegue seu voo, vamos juntar 1 milhão de assinaturas em apoio ao papel orgulhoso exercido pela Índia – o de farmácia mundial para os mais pobres do mundo. Depois, vamos fazer deste caso uma grande história na imprensa mundial enquanto Obama estiver no país e entregar as assinaturas com nossa própria proposta do acordo comercial desenvolvida por especialistas e que visa proteger os medicamentos. Assine agora:

https://secure.avaaz.org/po/save_cheap_medicines_loc_/?bHMnmdb&v=51959

Os gigantes da indústria farmacêutica dizem que as leis de patentes da Índia permitem que empresas indianas cobrem menos do que outras, desencorajando investimentos da indústria em novos medicamentos. Mas sabemos que as grandes empresas de medicamentos priorizam as pesquisas de remédios para os ricos, não para os pobres e, com frequência, vendem os remédios a preços exorbitantes – uma nova droga para o tratamento da Hepatite C está custando U$1000 por comprimido!

Em um café da manhã na Casa Branca em outubro passado, o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, pediu aos diretores de empresas da indústria farmacêutica presentes que investissem em medicamentos baratos, ao invés de usarem artimanhas jurídicas para lucrar até a última gota de suas próprias patentes. Ao mesmo tempo, ele aceitou a criação de um fórum Índia-EUA para discutir as patentes de medicamentos, e a publicação do rascunho de uma nova lei com concessões para incentivar o investimento de empresas farmacêuticas americanas.

Obama enfrentou com coragem as duras críticas à sua proposta de melhorar o sistema de saúde dos EUA. Por isso, antes que ele viaje para a Índia, vamos fazer deste o momento em que EUA e Índia, e outros governos, entrem em um acordo para priorizar os pacientes antes dos lucros. Coloque seu nome agora:

https://secure.avaaz.org/po/save_cheap_medicines_loc_/?bHMnmdb&v=51959

Quando uma empresa de medicamentos da Suíça processou o governo da Índia por causa de medicamentos com preço acessível para pacientes de câncer, 50 mil membros da Avaaz na Índia e na Suíça se uniram para denunciar a situação e a empresa perdeu o processo. Agora o maior produtor de remédios baratos do mundo está sob ameaça novamente e chegou a hora de nos unirmos outra vez.

Com esperança e determinação,

Alex, Bert, Laila, Ricken, Emma, Diego e toda a equipe da Avaaz


MAIS INFORMAÇÕES

Deixe a Índia fazer remédios baratos (em inglês) (Business Standard)
http://www.business-standard.com/article/international/let-india-make-cheap-drugs-114121300576_1.html

Painel Índia-EUA: acesso a medicamentos pode estar ameaçado (em inglês) (Deccan Herald)
http://www.deccanherald.com/content/450341/india-us-panel-access-medicines.html

Visita do primeiro-ministro aos EUA: Diplomacia de Narendra Modi deve alimentar caixa registradora em breve (em inglês) (Economic Times)
http://articles.economictimes.indiatimes.com/2014-10-01/news/54516935_1_ajay-banga-ceos-global-investment-radar

Ebola na África Ocidental é um chamado de alerta (em inglês) (Al Jazeera)
http://www.aljazeera.com/indepth/opinion/2014/11/ebola-west-africa-wake-up-call-2014112125429230915.html

Gigante farmacêutica perde batalha por patente de remédio na Índia (G1)
http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2013/04/gigante-farmaceutica-perde-batalha-por-patente-de-remedio-na-india.html


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